Ministério da Cultura e Secretaria de Cultura do DF apresentam
Banco do Brasil apresenta e patrocina

Duração: 121 minutos

 

Kibe Lanches

Direção: Alexandre Figueirôa

PE, 18:20, documentário, 2017, livre

Na década de 80, o restaurante Kibe Lanches, no bairro do Pina, no Recife, vendia pratos da cozinha árabe. Nas sextas à noite, transformava-se num alegre ponto de encontro, cuja principal atração eram as “Rolinhas do Barão”.

 

Cravo, lírio e rosa

Direção: Maju de Paiva

RJ, 20 min, documentário, 2018, livre

Após uma festa de Halloween, Cê, uma menina gordinha de oito anos, tropeça no cadáver de uma adolescente. A aparição do corpo muda drasticamente a vida de Cê e de sua irmã, Sara, de 15 anos, que descobre aos poucos sua sexualidade em meio a um mundo machista. A mais nova se comunica com os mortos como válvula de escape para a solidão e inadequação, enquanto a mais velha tem que lidar com o assédio e a vulnerabilidade de seu corpo.

 

Banana

Direção: Marvin Pereira

BA, 8 min, documentário, 2017, livre

Inspirado na introdução do livro “Travesti: prostituição, sexo, gênero e cultura no Brasil”, do antropólogo Don Kulick, Banana narra um dos encontros que o sueco teve durante a realização da pesquisa de campo para a obra. O curta aborda a forma que uma travesti soteropolitana periférica encara as adversidades sociais e enquadra a resistente agressividade de se apresentar como seres desviantes ao mesmo tempo em que nos proporciona o olhar sereno de quem é ser humano.

 

O esquema

Direção: Caio Dornelas

GO/PE, 14 min, ficção, 2018, 12 anos

Um grande esquema nacional.

 

Bem-vindo de volta

Direção: Pedro Vasconcelos

RS, 15:40, ficção, 2018, livre

Felipe, 19 anos, acaba de terminar o namoro com Luiza. Ele busca lembrar-se da ex pelas redes sociais e acaba descobrindo mais do que gostaria sobre ela. A mãe de Felipe, uma mulher que vive sozinha na imensidão de sua própria casa, tenta buscar conforto com memórias e lembranças sobre o filho, pois mesmo conhecendo Felipe muito bem, ela jamais teria imaginado o que ele seria capaz de fazer.

 

A praga do cinema brasileiro

Direção: William Alves e Zefel Coff

DF, 26 min, ficção, 2018, livre

Com a pedra da 3ª força, Zé do Caixão retorna ao passado na virada do milênio, no dia 2/2/2000, com a função de reverter, com uma praga, o terror político instituído no

Brasil pelo “capetal” e seus canalhas “capetalistas”, todos infiltrados nos setores estratégicos da política, da economia e, principalmente, da cultura.

 

1×1

Direção: Ramon Abreu

DF, 19 min, ficção, 2016, 16 anos

Charles é um garoto pobre e sozinho que vende doces no sinal. Um dia, é perseguido por policiais e acaba baleado, ficando entre a vida e a morte. No hospital, conhece Dr. Oswaldo, que cuida de sua recuperação. Charles volta para a favela onde vivia e lá é convencido por um amigo a fazer um sequestro relâmpago. Durante a execução do crime, uma reviravolta.